Wladimir Putin, o todo poderoso líder da Rússia desafiou a lógica e o mundo ao invadir na semana passada a Ucrânia, porque tem medo de que o seu inimigo seja aceito na Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan) e com isto leve para a sua vizinhança a influência dos Estados Unidos.

Putin tem rosnado para quem julga ser seu inimigo e como não acata ordens e nem ouve conselhos, decidiu por sua única vontade fazer o que bem entende, o que no caso, é quebrar a vontade da Ucrânia com o pretexto de desmilitarizar e desnazificar o país governado por Volodimir Zelenski.

Armados até os dentes, unidades do exército e das forças armadas marcharam sobre a Ucrânia, mas não contavam com a resistência do povo ucraniano, diante do pasmo que a marcha insana e inconsequente dos russos provocou no mundo civilizado que de forma tacanha ofereceu ajuda.

O mandatário russo subiu o tom e como resposta mandou colocar o arsenal nuclear de prontidão e ameaçou agir de forma a intimidar o mundo, inclusive a Finlândia e a Suécia caso entrassem para a Otan.

Pode-se dizer que as reações dos principais lideranças mundiais têm sido pífias e tímidas, não que se queira que entrem em uma guerra que não lhes pertence, mas que tem a obrigação de proteger a democracia mundial.

No poder desde 2008, Putin torceu e retorceu a vontade do povo russo, aparelhou o judiciário, encarcerou ou envenenou a oposição e mudou a constituição para se perpetuar no poder indefinidamente.

Disposto e sem escrúpulos, Putin manda sem nenhum pudor, anexou e reconheceu alguns dos seus vizinhos. Com um grande exército, armas e equipamentos de última geração tem dado de ombros para tudo e para todos e segue impávido colosso no seu caminho de destruição e morte.

Destruição e morte que tem provocado uma corrida para buscar refúgio e abrigo em outros países, o que agrava ainda mais a crise ucraniana. Inquestionavelmente, o poderio militar tanto da Rússia, quanto dos Estados Unidos e de tantos outros aliados, é ultra moderno e terrivelmente letal, muito mais do que as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki e nem o mais talentoso dos roteiristas pode imaginar quais efeitos tais artefatos poderiam ocasionar em populações espalhadas pelo mundo. Seria talvez a aniquilação da humanidade?

Muitos brasileiros se perguntam o que aconteceria se os Estados Unidos fossem atacados por Putin e resolvessem revidar. Com mísseis atômicos e armas de destruição em massa, de ambos os lados os efeitos esperados serão devastadores.

Será mesmo que os Estados Unidos, é um alvo de Putin? E se for, qual deve ser a nossa atitude? Ir embora ou ficar aqui? Mesmo que o medo esteja assolando muita gente.

Primeiro temos que confiar em Deus, que nada nos atingirá. Segundo, que talvez as ameaças de Putin não passem de mera agressividade e verborragia desnecessária. Certamente uma solução será encontrada nas próximas semanas e a guerra dará lugar às discussões diplomáticas e Putin entrará para a história como o homem que sozinho em pleno século 21 não hesitou em jogar o mundo no risco de uma guerra generalizada e inconsequente.

Que a paz reine, que confiantes em Deus, fiquemos todos nos nossos lugares e que Putin seja jogado no único lugar que lhe cabe bem. A lata de lixo da história…  

One thought on “A guerra chegará até nós?”

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