O Natal é neste sábado, e dentro de poucos dias, 2021 estará acabando e virá 2022 com suas expectativas, perspectivas e esperanças de que dias melhores certamente virão. Para muita gente quando o ano velho vai embora, já vai tarde, no entanto, para outros não deveria ir nunca. Mas ele vai implacável, trazendo outros dias, semanas e novas perspectivas para ser vividas com intensidades diferentes por cada um. Se há uma unanimidade é a de que 2021 foi de novo um ano atípico e pode-se dizer que tudo esteve literalmente de ponta cabeça, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Quem pode aproveitar os últimos dias no calendário de 2021, é hora de fazer um balanço do que representou de fato o ano para cada um. Sem dúvida que foi um ano de muita tensão, medo, incerteza, desinformação, e mesmo que a vacina esteja sobrando, há sempre alguém do contra para negar a ciência e fazer pouco ou nenhum caso dos esforços governamentais para imunizar toda a população.

O ano de 2021 foi de reflexão para muita gente, hora de avaliar se vale de fato continuar por aqui ou ir embora para a realidade brasileira. Ficar significou para alguns conviver com a insegurança de sair e não saber se podia voltar para casa sem correr o risco de ser apanhado e mandado embora na raça, na força. Nunca se deportou tanta gente como nos últimos tempos e mesmo aqueles que decidiram permanecer ainda mais um pouco, o fazem condicionalmente.

O alívio, é que mesmo esperneando e vociferando impropérios, Trump foi para casa e para a vida civil onde certamente enfrentará a justiça e seu futuro é tenebroso. Pelo menos, temos de volta na Casa Branca sensibilidade e conduta ética e moral, mesmo que para muita gente Biden seja um presidente fraco. Questão de opinião. 

Só que o ano novo nem sempre é vida nova. Certo? Errado. Ano novo, vida velha. Vida de luta e de labuta, vida de incertezas e de insegurança. O que acontecerá com toda a gente que está aqui trabalhando e lutando por um futuro melhor?

Logo as estações do ano se sucederão numa rapidez impressionante e estaremos no Natal novamente. Do ano velho restaram as velhas agendas que para nada servirão, as contas que devem necessariamente ser pagas, e as roupas novas logo serão usadas no dia a dia, num círculo vicioso e interminável. Para nós brasileiros será um ano de expectativas, afinal quem não tem um sonho ou um desejo para ser realizado quando o calendário indicar que é ano novo. 

Sempre é hora de refazer a vida, para quem perdeu alguma coisa, hora de pensar que o futuro não é mais amanhã, mas sim, daqui a pouco, pois neste tempo que passa literalmente voando não há espaço para lamentações e lamúrias, é cabeça erguida e mostrar que o brasileiro é um forte e não desiste nunca.

Não se esqueça da sua família, e do bem estar dela que começa necessariamente pela parte financeira, pois sem dinheiro você não vai poder fazer absolutamente nada. Planeje o seu ano a partir do que você ganha. 

Poupe, não gaste aquilo que não pode gastar. Economize, pois se realmente uma nova lei de imigração for aprovada, você vai precisar de dinheiro para pagar o processo. E será importante que você fale a verdade, com os que estão próximos – e os que não estão também. Seja honesto, não guarde rancor e nem mágoa de ninguém.

Busque as melhores oportunidades que você possa ter de trabalho, de amizades, de estudar e de aprender cada vez mais, faça a diferença onde você vive e trabalha, seja uma boa influência em todos os aspectos. Que 2022 nos traga novas esperanças, muita saúde e disposição a volta da normalidade, pois ninguém mais aguenta esta situação.

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