Resumo da rodada
O Atlético-MG lidera com 42 pontos ganhos; o Palmeiras é o vice líder é o Palmeiras com 35 pontos; o Flamengo com 34 pontos ganhos é o 3º e fechando o G4, o Fortaleza está em 4º com 33 pontos ganhos. Na zona de rebaixamento estão o América-MG em 18º com 18 pontos ganhos; o Grêmio é o 18º com 16 pontos; o Sport tem 16 pontos ganhos em 19º e na lanterna, a Chapecoense com 7 pontos ganhos. Na Série B o líder é o Coritiba com 45 pontos ganhos; o Goiás é o vice-líder com 42 pontos ganhos; o Botafogo é o 3º com 41 pontos ganhos e o CRB é o 4º colocado com 40 pontos ganhos. Na zona de rebaixamento estão o Vitória em 17º com 23 pontos ganhos; o Londrina em 18º com 21 pontos ganhos; o Brasil de Pelotas é o 19º com 16 pontos ganhos e o Confiança com 14 pontos é o lanterna.

Série A
20ª rodada
Sábado, 11 de setembro
América-MG 2 x 0 Athletico-PR
Juventude 1 x 2 Cuiabá
RB Bragantino 1 x 2 Chapecoense
Santos 0 x 0 Bahia
Domingo, 12 de setembro
Grêmio 2 x 0 Ceará
Palmeiras 1 x 3 Flamengo
Fortaleza 0 x 2 Atlético-MG
Atlético-GO 1 x 1 Corinthians
Fluminense 2 x 1 São Paulo
Segunda-feira, 13 de setembro
Sport x Internacional

Série B
23ª rodada
Segunda-feira, 6 de setembro
Avaí 3 x 1 Vasco
Terça-feira, 7 de setembro
Brasil de Pelotas 1 x 1 Confiança
Guarani 1 x 0 CSA
Coritiba 4 x 0 Brusque
Sexta-feira, 10 de setembro
Vitória 1 x 2 Remo
Vila Nova 1 x 0 Náutico
Sábado, 11 de setembro
Cruzeiro 1 x 0 Ponte Preta
Sampaio Corrêa 0 x 0 Operário
Botafogo 4 x 0 Londrina
CRB 0 x 1 Goiás

Em tempos de estádios vazios mundo afora por causa da pandemia da Covid-19, algumas histórias de torcidas e torcedores barra pesada que não deixam saudade alguma. Como será quando voltarem aos estádios?

Selvagens  
A violência no futebol não respeita fronteiras e é onipresente em quase todos os países onde o futebol é uma paixão. As rivalidades entre torcedores e torcidas viraram ódio mortal e o que vale é aniquilar o “inimigo”. A violência é tão grave que na Argentina as autoridades proibiram a presença da torcida rival e jogos da segunda e terceira divisão por causa de brigas e mortes antes, durante e depois dos jogos. Torcedores vão para os estádios e imediações portando armas de fogo, bombas, facas e porretes como se fossem para uma guerra ou um combate. Torcer para o time de coração virou acessório.

Barrabavas
São os hooligans argentinos, conhecidos por sua ferocidade e violência e pela falta de limites e respeito a tudo o que se diz lei. As mais conhecidas são a La Doce – A Doze, temida torcida do Boca Junior e Los Borrachos del Tablón – Os Bêbados da Arquibancada, do rival River Plate. Os conflitos entre os torcedores dos dois times são históricos e durante algum tempo só jogaram durante o dia e as torcidas tinham horário para entrar no estádio e as barreiras policiais aconteciam a partir de 15 quilômetros do campo. As torcidas entravam por lugares diferentes e os ingressos eram todos vendidos antecipadamente. A origem dos barrabravas foi durante a ditadura militar e tinham a proteção dos dirigentes da AFA – Associação de Futebol da Argentina e surgiram para agir na Copa do Mundo de 1982 na Espanha. Na época 50 barrabravas foram assistir à Copa da Espanha e deveriam atacar qualquer grupo nos estádios que ousasse criticar o regime militar que governava a Argentina. Na copa seguinte, no Mexico já eram mais do que o dobro e se pegaram com os verdadeiros hooligans ingleses e tomaram uma surra, quando gozaram os adversários por causa do gol de mão de Maradona. Na Copa da França em 1998, em Marselha causaram graves distúrbios e hoje dominam os estádios argentinos. O monstro devorou o seu criador e está fora de controle avançando sobre a sociedade. A crônica esportiva argentina diz que ir aos estádios por lá é um exercício cada vez mais insalubre e perigoso. Estima-se que dentro de poucos anos eles estejam se matando uns aos outros até que não sobre nenhum para contar a história.

Endêmico e insano
As diretorias do Ajax e do Feyenoord também tomaram uma medida drástica para coibir a violência das torcidas. A rivalidade entre as duas torcidas é a mais acirrada e violenta no futebol holandês e por cinco anos a presença da torcida visitante nos jogos entre os dois estará vetada. A medida foi apoiada pelas prefeituras de Amsterdã e Roterdã onde estão localizadas as sedes dos dois times. Em 1997, um torcedor do Ajax foi espancado até a morte por rivais do Feyenoord. No ano passado uma briga foi marcada pela internet e a polícia agiu prendendo torcedores dos dois times. A insanidade é tamanha que beira o preconceito. Os torcedores do Feyenoord são chamados de baratas ou 010 – prefixo da telefônico de Roterdã pela torcida do Ajax, já estes são chamados de 020 – prefixo de Amsterdã ou de judeus. Em 1997, numa briga marcada com antecedência um torcedor do Ajax foi morto a facadas e pauladas pela torcida do Feyenoord. Angelo Picornie, o assassinado, era um encrenqueiro profissional e se tornou um mártir pela F-side, um bando de hooligans que torce pelo Ajax.

Marinho Chagas foi um do maiores alas do futebol brasileiro

Histórias da bola
Duas palavrinhas
O lateral Marinho Chagas um dos seus maiores laterais da segunda metade da década de 70, jogava muita bola, mas não tinha no vernáculo pátrio o seu forte. Marinho jogou no Botafogo, no Fluminense e no São Paulo. Um dia depois de uma derrota para um time pequeno, um jornalista lhe perguntou como ele definia aquela derrota depois de o time ter jogado bem, ao que Marinho respondeu:

– Posso resumir a derrota em duas palavras: a-zar!  

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