Resumo da rodada
O Atlético-MG lidera com folga de 11 pontos de vantagem e com 30 pontos em disputa caminha a passos largos para conquistar o Brasileirão. De acordo com o site Infobola.com.br, o Galo tem 94% de chances de ser campeão. Flamengo com 4%; Fortaleza e Palmeiras com 1% cada são os que ainda tem alguma chance. Ou seja, só se acontecer um desastre é que o Atlético-MG não será o campeão brasileiro. Aliás, um título que não acontece desde 1971, quando o clube bateu o Botafogo no Rio de Janeiro com um gol de Dario e o sob o comando do saudoso Telê Santana. 

Série A
28ª rodada
Sábado, 23 de outubro
Santos 0 x 2 América-MG
Juventude 0 x 0 Ceará
Fluminense 3 x 1 Flamengo
Fortaleza 3 x 0 Athletico-PR
Domingo, 24 de outubro
Atlético-MG 2 x 1 Cuiabá
Internacional 2 x 2 Corinthians
Bragantino 1 x 0 São Paulo
Bahia 2 x 0 Chapecoense
Segunda-feira, 25 de outubro
Atlético-GO x Grêmio
Palmeiras x Sport

Série B
31 rodada
Segunda-feira, 18 de outubro 
Vila Nova 0 x 0 CRB
Terça-feira, 19 de outubro
Londrina 0 x 0 Goiás
Coritiba 3 x 0 Sampaio Corrêa
Quarta-feira, 20 de outubro
Botafogo 3 x 0 Brusque
Sexta-feira, 22 de outubro
Guarani 1 x 2 Confiança
Avaí 1 x 0 Cruzeiro
Vitória 4 x 0 Brasil de Pelotas
CSA 2 x 4 Operário
Domingo, 23 de outubro
Náutico 2 x 2 vasco
Remo 0 x 1 Ponte Preta

Pelé é inigualável em qualquer época

Pelé eterno
Edson Arantes do Nascimento fez 81 anos no dia 23 de outubro e será sempre o melhor futebolista que o planeta bola já teve em todos os tempos. Superar Pelé, vai além de marcar 1.283 gols. A arte e a magia de Pelé não estava nos gols marcados e sim na genialidade com que jogava futebol e ele sempre esteve acima de todos os futebolistas de qualquer era ou tempo. Sobre ele, o mestre das palavras Armando Nogueira escreveu que Pelé tinha a percepção e a sensibilidade e sabia como ninguém colocar no papel aquilo que ia no seu coração. Este colunista não esquece de uma crônica que Nogueira escreveu sobre o maior jogador de todos os tempos.

Bola na área, gol de Pelé
“O fantástico Santos foi jogar na Argentina ou no Uruguai e o técnico orientou o time o tempo todo para que evitassem que a bola chegasse em Pelé. Durante algum tempo teve êxito, mas bastou uma bola, uma sequer para que Pelé fizesse o gol e Armando terminou assim a sua crônica “Pelé marcado, Pelé supermarcado. Bola na área. Gol de Pelé…”

Isto é Pelé 
Se por um lado Pelé era genial em todos os aspectos, era também genioso em outros e não costumava deixar nada barato, com ele todo o cuidado era pouco e quem batia podia esperar que ia ter troco. As suas histórias de retaliação são notórias. No jogo contra o Uruguai na Copa do Mundo no México em 1970, cansado de ver Matosas bater em tudo e em todos os que vestiam camisa amarela, Pelé deu uma escandalosa cotovelada na cara do coitado que desabou em campo e o juiz ainda marcou falta contra o Uruguai. Pelé batia sem dó e nem piedade, e quando chegava para dar uma pancada em alguém, não mandava recado e as vezes pegava o outro desprevenido. A copa de 1970 foi o ápice da carreira de Pelé e até hoje as imagens dizem o que foi a grandeza dele.

Histórias da bola
Sem chance 
Nestes tempos de altíssima e onipresente tecnologia, com potentes câmaras que filmam a tudo e a todos, é impensável por exemplo para Messi, Neymar ou Cristiano Ronaldo cometer algum ato de malandragem ou de esperteza como fazia Pelé nos seus anos áureos sem ser detectados. Se por um lado Pelé era genial em todos os aspectos, era também genioso em outros e não costumava deixar nada barato. As suas histórias de retaliação são notórias. Pelé batia sem dó e nem piedade, e quando chegava para dar uma pancada em alguém, não mandava recado e as vezes pegava o outro desprevenido. Tinha também as malandragens. Uma vez contra o São Paulo, o jogo estava duro e truncado e a zaga não lhe dava espaço algum. Lá pelas tantas, resolveu que ia decidir o jogo e num lance dentro da área, enroscou-se com o zagueiro Samuel e prendeu o braço do adversário junto ao seu corpo e se atirou no chão gritando e levando-o consigo. O juiz não teve qualquer dúvida em marcar o pênalti. Furioso, Samuel tentou argumentar que não havia feito nada, mas o pênalti estava marcado e Pelé tratou de fazer o gol e sair dando risada. Quem enfrentou Pelé costumava dizer que ele podia rir em um lance e intimidar na jogada seguinte, o que provocava arrepios e pesadelos em quem tinha que encará-lo no dia seguinte.

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