Resumo da rodada
No jogo dos ‘seis’ pontos, ganhou o Flamengo – 3º colocado com 49 pontos ganhos – do Atlético-MG – líder com 59 pontos ganhos; já o Palmeiras – 2º colocado com 52 pontos ganhos – venceu o Grêmio – em 19º lugar com 26 pontos ganhos. O RB Bragantino – 49º pontos ganhos joga na segunda-feira. Além do Grêmio, estão na zona do rebaixamento o Juventude – em 17º com 30 pontos ganhos; o Sport – em 18º com 27 pontos ganhos e a Chapecoense – em 20º com 13 pontos ganhos.

Série A
29ª rodada
Sábado, 30 de outubro
Athletico-PR 0 x 1 Santos
Flamengo 1 x 0 Atlético-MG
Juventude 0 x 0 Bahia
América-MG 2 x 1 Fortaleza
Domingo, 31 de outubro
Grêmio 1 x 3 Palmeiras
Ceará 1 x 0 Fluminense
São Paulo 1 x 0 Internacional
Sport x Atlético-GO
Segunda-feira, 1 de novembro
Cuiabá x RB Bragantino
Corinthians x Chapecoense

Série B
32ª rodada
Domingo, 24 de outubro 
Brusque 2 x 3 Vila Nova
Terça-feira, 26 de outubro
CRB 1 x 1 Coritiba
Goiás 1 x 1 Botafogo
Quinta-feira, 28 de outubro
Sampaio Corrêa 0 x 1 Guarani
Brasil de Pelotas 3 x 2 Náutico
Cruzeiro 1 x 3 Remo
Sexta-feira, 29 de outubro
Operário 2 x 1 Avaí
Vasco 1 x 3 CSA
Sábado, 30 de outubro
Ponte Preta 0 x 0 Vitória
Confiança 0 x 2 Londrina
 

Lamentável
Em 19º colocado com 26 pontos ganhos; 7 empates; 5 vitórias e 15 derrotas e uma incerteza gritante, o Grêmio é um dos grandes candidatos ao rebaixamento. Depois da derrota para o Palmeiras, a torcida invadiu o campo e quebrou o equipamento do VAR, vandalizou as instalações da Arena do Grêmio e era capaz de dar uns tapas em qualquer um que ousasse atravessar o seu caminho. O Grêmio paga caro pelo descaso de ter tolerado por tantos anos Renato Gaúcho mandando e desmandando no departamento de futebol do clube. O resultado está aí e só um milagre salva o clube de cair para a Série B no ano que vem.

Água da boca    
A Premier League é desde sempre a mais organizada e lucrativa competição nacional de clubes da Europa. Lá tudo funciona dentro dos conformes e de acordo com as normas e regras da Football Association. Nada escapa do rígido controle da federação e os clubes seguem as regras à risca pois sabem que se não o fizerem estarão perdendo muito dinheiro. Em nome do espetáculo e do lucro. Cada clube tem que usar obrigatoriamente nas mangas das camisas o logotipo da PL; os números nas camisas são iguais para todos os clubes, e os juízes evitam o máximo aparecer. Os gramados são verdadeiros tapetes e os clubes se reforçam a cada nova temporada. A televisão paga verdadeiras fortunas para transmitir os jogos e com cada um fazendo a sua parte, o lucro é certo e garantido. A reformulação total no futebol inglês começou depois da tragédia de Heysel, Bélgica em 1985 quando morreram 38 torcedores italianos que assistiam Juventus x Liverpool na final da Champions League. Os hooligans ingleses foram considerados culpados e os clubes britânicos foram banidos por cinco anos das competições na Europa.

Tolerância zero
O futebol inglês é comandado com mão forte pela FA, que não tolera nenhum tipo de desrespeito ao torcedor e ao espetáculo. Se no passado, o futebol inglês era marcado pela violência dos hooligans – torcedores violentos e beberrões, que não conviviam em paz uns com os outros, hoje está em absoluta paz. Há mais de uma década que não é registrado um incidente sequer num raio de 15 milhas dos estádios onde são jogadas as partidas. Até o meio da década de 90, as confusões afastavam dos estádios cada vez mais torcedores, até que as autoridades se movimentaram e acabaram com os problemas. Torcedores violentos foram banidos do futebol, arruaceiros foram devidamente enquadrados e fichados pela polícia e nos dias de jogos dos seus times, tinham que se apresentar nas delegacias uma hora antes e só podiam sair duas horas depois do fim das partidas. Câmeras de vigilância foram instaladas dentro dos estádios para vigiar os torcedores e os alambrados foram definitivamente eliminados dos campos. O que importa é a qualidade do espetáculo e é por isso que os dirigentes do futebol inglês não toleraram nenhum tipo de atos racistas ou preconceituosos, visto que as transmissões acontecem em todo os mundo e para todo tipo de mercado.

A camisa amarela foi um marco na carreira de Raul

Histórias da bola
A camisa amarela
Em tempos de intolerância e de extrema polarização, a história protagonizada pelo ex-goleiro Raul faria os puristas e hipócritas serem acometidos de urticária. Mas vale pelo folclore e inusitado da situação.

Raul Guilherme Plassmann, começou jogando no São Paulo e em 1963 foi jogar no Cruzeiro. Num jogo contra o Atlético-MG, a camisa de goleiro não serviu e Raul pegou emprestado a camisa amarela de gola rolê do lateral Neco. Quando entrou em campo a torcida tanto do Cruzeiro quanto do Atlético ficaram perplexas e a do Galo explodiu num coro uníssono – bicha, bicha, bicha. Pouco depois Raul foi apelidado de Vanderléia, famosa cantora da Jovem Guarda e usou até o fim da sua bem sucedida carreira a famosa camisa amarela que se tornou a sua marca registrada.

Jehozadak Pereira

By Jehozadak Pereira

Jehozadak Pereira, é jornalista profissional especializado em jornalismo comunitário e produção de conteúdo informativo e de utilidade pública. É ganhador de inúmeros prêmios e reconhecimentos pela qualidade do seu trabalho comunitário e voluntário. É o editor-chefe e principal articulista do A Notícia USA.

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