Portanto, és indesculpável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque, no que julgas o outro, a ti mesmo te condenas, pois praticas as próprias coisas que condenas!” Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, capítulo 2, versículo 1.

Quase sempre temos muita dificuldade para entendermos porque devemos ter esta ou aquela convicção ou comportamento, dentro dos princípios da MORAL.

Para vivermos em uma determinada comunidade, precisamos ter pleno consciência do que é certo ou do que é errado, dentro daquele determinado grupo.

A pergunta que muitos fazem é por que todos devem respeitar as normas de conduta, o valores, os princípios de comunidade que, talvez, estejamos querendo participar.

O outro grande problema que sempre acompanha nossas decisões é ter uma noção determinada do que é certo ou do que é errado. E é a necessidade de entender como um determinado grupo convive, faz-nos pensar se estamos também nos envolvendo….

Nós, os seres humanos não conseguimos conviver e sobreviver sem uma determinada norma de conduta. Tipo: isto pode e isto não pode…

E o que mais teima em nos incomodar é que, muitas vezes, nos perguntamos porque tem que ser assim ou, porque tem que ser somente daquele jeito…

Creio que todos nós precisamos entender que somos seres morais. Precisamos de leis, normais, princípios, limites. Não somos seres amorais: temos códigos e necessitamos nos envolver com todos pode e os não pode, para convivermos em paz…

Outra tendência, que parece que é a abordada pelo Apóstolo Paulo na Carta os Romanos, capítulo 2, versículo 1: “és indesculpável quando julgas”, é  a que estabelece que haverá sempre um conflito quando pessoas de fora do convívio deste grupo, se acercam e querem conhecer as leis, os princípios, as normas…

Há leis, princípios, normas, que são quase que universais. Respeitar a vida, respeitar as idéias, entender as diferentes opções de comportamento das pessoas, devem ser fundamentais para vivermos em paz.

Sempre existirão diferenças! Sempre existirão conflitos! Sempre podem surgir desafios! Como você reage ao diferente? 

Podemos e devemos respeitar determinadas normais e leis. Também devemos entender que, nem todos, entenderão a convivência do mesmo jeito. 

O grande desafio é, exatamente, espelharmos nossas convicções sem agredir as do outro, do próximo. 

Sempre que formos desafiados a nos explicar ou a nos envolvermos, precisamos ter absoluta certeza do que pensamos e, do até onde podemos caminhar juntos.

Na nossa vida, temos diferentes desafios. Andamos juntos no que é fundamental. No que nos faz pessoas diferentes, vamos aceitar o desafio de amarmos as pessoas sem tentarmos fazê-las iguais a cada um de nós…. Vamos dar exemplos dignos de cordialidade, de companheirismo, de tolerância.

Doriscelio de Souza Pinheiro

By Doriscelio de Souza Pinheiro

Doriscelio de Souza Pinheiro, é carioca de São Fidelis e mora em Volta Redonda, Rio de Janeiro. É pastor Batista desde 1971; professor de História no Ensino Médio, Sociologia e Filosofia. É teólogo; pós graduado em Metodologia no Ensino Superior; Pedagogo; Mestre em Teologia; Psicanalista; pós graduado em Ensino de Sociologia e Filosofia e pós graduado em Psicopedagogia. É cronista e poeta

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