“O que nos torna menos ignorantes é a certeza que Deus existe, com isso podemos concluir que não existe sabedoria fora de Deus”, Bruno Pereira – indigenista a serviço da defesa da qualidade de vida de todos os habitantes deste planeta terra.

“A luta por um ideal é o que nos faz menos hipócritas, por suas próprias mentiras” – Bruno Pereira, um defensor dos povos indígenas e de todo o grande eco-sistema da Amazônia.

Vamos então falar de esperança.

A ganância e a ignorância se dão às mãos na exploração inconsequente da Amazônia. A ganância e a ignorância promovem a violência estúpida dos que só conseguem pensar nos seus próprios umbigos. Certamente a defesa de todos os biomas e eco-sistemas que estão dentro do território brasileiro são um compromisso com a qualidade da vida hoje e no futuro. 

A Amazônia não é só do Brasil. A Amazônia, como outras grandes regiões ecológicas do nosso sofrido planeta terra pertencem a toda humanidade. Estas regiões garantem uma qualidade de vida que se sobrepõe a qualquer projeto de exploração comercial e industrial imediatista, feita por empresas e pessoas sem nenhum escrúpulo e sem nenhum projeto que garanta a vida.

As fronteiras que marcam onde começa um país e termina outro, são marcas artificiais que se sobrepõe aos eco-sistemas. A defesa da Amazônia deve ser um compromisso de todas as pessoas equilibradas e sábias. 

Não é negar a brasilidade destas terras. É estreitar os compromissos e os projetos para uma exploração sábia e sustentável deste imenso e lindíssimo eco-sistema. Um projeto que respeite o sacrifício corajoso de tantas vidas que pensavam no todo e tinham um compromisso sério com o futuro.

Bruno Pereira e Dom Philips são as vítimas de agora. Não são as únicas vidas sacrificadas. São várias as vítimas de um conjunto de fatores que vão da exploração do garimpo criminoso, da defesa dos projetos imediatas de criar gado ou plantar soja. Aliados a uma invasão inconsequente de grileiros que só querem derrubar a coberta vegetal para vender madeiras nobres e depois venderem o que não pertencem honestamente a eles. São ladrões de todo o povo brasileiro e de toda a humanidade.

Resta-nos, como sempre, nunca perder a esperança. Acreditar que outros homens e outras mulheres se armarão da coragem e da audácia de enfrentarem projetos criminosos e falarem da possibilidade de uma exploração científica e eco sustentável, a grande tarefa de manter a qualidade da vida de todos.

Portanto, a morte trágica e criminosa de Bruno Pereira e Dom Philips não pode ficar impune. A justiça precisa agir e os verdadeiros mandantes desta imensa crueldade precisam ser condenados.

Vamos pensar ainda que Bruno Pereira não era um homem insensível. Era um cientista reconhecido em diversas comunidades de defesa da vida e dos eco-sistemas.

Dom Philips era um jornalista comprometido com o nosso país. Queria fazer conhecida mundialmente a absurda destruição de todo um sistema por pessoas ávidas em vender o agora se esquecendo que estão semeando a destruição.

Não perca a esperança. Cada um de nós pode fazer parte de um grande exército da paz e da esperança!

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Doriscelio de Souza Pinheiro

By Doriscelio de Souza Pinheiro

Doriscelio de Souza Pinheiro, é carioca de São Fidelis e mora em Volta Redonda, Rio de Janeiro. É pastor Batista desde 1971; professor de História no Ensino Médio, Sociologia e Filosofia. É teólogo; pós graduado em Metodologia no Ensino Superior; Pedagogo; Mestre em Teologia; Psicanalista; pós graduado em Ensino de Sociologia e Filosofia e pós graduado em Psicopedagogia. É cronista e poeta

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